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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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SABIA QUE?

Mäyjo, 02.11.14

Algumas das principais contagens da população portuguesa foram em:

1527 – Numeramento ou Cadastro Geral do Reino, de D. João II

1732 – Lista dos Fogos e Almas que Há nas Terras de Portugal, de D. João V (Censo do Marquês de Abrantes)

1798 – Numeramento de Pina Manique, de D. Maria I

1801 – Recenseamento Geral do Reino, de D. João VI (Censo do Conde de Linhares)

1864 – I Recenseamento Geral da População (segundo as orientações do Congresso Internacional de Estatística, em Bruxelas)

1970 – I Recenseamento Geral da Habitação.

 

A RETER:

Mäyjo, 02.11.14

  • O desigual crescimento populacional está ligado a um desigual desenvolvimento.

  • O forte crescimento demográfico domina nos países menos desenvolvidos enquanto nos mais desenvolvidos a tendência é para o crescimento zero.

  • A transição demográfica designa a passagem de um regime tradicional de equilíbrio populacional de natalidade e mortalidade elevadas a um regime moderno de equilíbrio com natalidade e mortalidade fracas.

O custo de um filho...

Mäyjo, 02.11.14

... inclui as despesas indispensáveis à satisfação das suas necessidades, os custos de oportunidade do tempo que a mãe lhe dedica e os acréscimos de responsabilidade do agregado familiar, bem como a perda de liberdade do mesmo. Trata-se de um custo muito baixo nas sociedades tradicionais, em que não é a existência de mais um filho que vai exigir uma casa maior, escassos são os cuidados médicos e a educação, e mínimas se revelam as necessidades alimentares e de vestuário. Acresce ainda que a mãe é geralmente inculta e não atribui qualquer valor ao seu tempo.

Contudo, à medida que o rendimento familiar aumenta, as crianças recebem mais alimentos e vestuário do que o mínimo indispensável, melhoram os cuidados médicos e a habitação, e os encargos, cada vez mais pesados, com a educação tomam-se indispensáveis.

Meadows, Os Limites do Crescimento

Esperança de vida não pára de aumentar

Mäyjo, 02.11.14

Famílias aumentam na vertical e encolhem na horizontal.

Ao «baby-boom» sucede o «papy-boom»

 

Ao nascer, em 1930, Manuel L. tinha uma esperança de vida de 47 anos e Maria, que nasceu na mesma altura, de 51. É a história desses dois indivíduos que a socióloga Maria João Valente Rosa utilizou para nos mostrar o acréscimo de vida de que os portugueses têm vindo sucessivamente a beneficiar.

«O tempo passou. Em 1970, tinham ambos 40 anos. Deviam estar a aproximar-se do fim da vida. Mas, nesse ano de 70, aquele homem e aquela mulher encontraram-se com uma esperança de vida de 32 e 36 anos, respectivamente. Tinham-se passado 40 anos e tinham à sua frente quase outro tanto!»

Vinte anos depois, o Manuel e a Maria, aos 60 anos, têm ainda para viver ele 17 e ela 21 anos. «O José chegou a avô e, se calhar, vai chegar a bisavô. A Maria chegou a bisavó e, se calhar, a trisavó!», sublinhou a socióloga.

«As famílias aumentaram na vertical e encolheram na horizontal, O número de gerações está a subir. Depois do baby-boom, assistimos ao papy-boom», afirma.

No percurso «destas duas criaturas», diz pitorescamente, «verificaram-se mudanças incríveis. A vida estava sempre a dilatar-se à sua frente. Actualmente, estamos já a contar com uma esperança de vida mais elevada. Mas, nem o Manuel nem a Maria se prepararam para este acréscimo de vida, porque as mudanças têm sido muito rápidas. As gerações hoje com 30/40 anos sabem com o que vão contar. Sabem que vão ter que investir em pleno em duas carreiras; que vão ter netos e bisnetos e viver uma parte da sua vida num espaço que tem de ser adequado ao processo de senescência. Isto preocupa-me, porque mesmo em termos de trabalho se continua a pensar como se a situação fosse outra. A ideia do trabalho para toda a vida, tal como do casamento, acabou», diz. Para sublinhar: «As mentalidades demoram a mudar. Pergunto: que é que tem de ser feito para preparar esta nova realidade? Os manuais escolares foram modificados em relação às imagens do casal. Aí houve uma mudança clara. Em relação às idades, há poucos reflexos de mudança. As pessoas mais velhas aparecem na qualidade de avós. Os sinais que as referenciam não vêm associados a mais nada de positivo, para além da família. Como se tivesse acabado o seu desempenho social. Serão as novas gerações que estão a entrar agora para a escola que nos vão ditar algumas regras.»

 

Os setores de atividade e as suas consequências no ambiente

Mäyjo, 02.11.14

SECTOR

ATIVIDADE

PRINCIPAIS ATIVIDADES NEFASTAS AO MEIO AMBIENTE

POSSÍVEIS SOLUÇÕES

 


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— Utilização de pesticidas, adubos e outros produtos químicos;

— Suiniculturas, lagares de azeite, etc.

— Desflorestação

 

— Agricultura biológica

— Impermeabilização dos solos, ETAR e estação de biogás

— Reflorestação

 

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— Indústrias:

• Petroquímicas;

• Cimenteiras;

• Centrais térmicas;

• Refinarias;

• Curtumes;

• Celuloses, etc.

 

— Filtros de mangas

— ETRI (Estação de Tratamento de Resíduos Industriais) e aterro sanitário

— Utilização de energias não poluentes renováveis

— Selecção criteriosa das matérias-primas


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— Transportes

 

 

— Resíduos hospitalares

  

 

 

— Hotelaria, restaurantes, cafés

— Escritórios, empresas

 

— Oficinas

— Utilização de transportes públicos com uso de combustíveis verdes;

— Desinfecção artesiana

(radiações electromagnéticas

que esterilizam e reduzem em 80% os lixos hospitalares)

— Lixo orgânico — compostagem

— Triagem de resíduos e utilização de ecopontos

— Recolha selectiva de óleos, pneus e plásticos